O casamento cristão está fundamentado na Bíblia, a Palavra de Deus. As
bases que sustentam o casamento são - a graça, o favor imerecido, a
disposição de aceitar o outro, com suas diferenças e particularidades. E
não com menor importância, o amor que se sacrifica, que não busca
apenas os interesses individuais. O casamento cristão, que está pautado
em Cristo, busca, na Bíblia, e não nos padrões midiáticos, seu alicerce
de sustentação. Em Ef. 5, Paulo destaca que Cristo é a referência, não a
sociedade, para as atitudes no casamento.
16/04/2013
31/03/2013
História sobre a vida de Abrão
História sobre a vida de Abrão
Porque haverá grande angustia na terra, e ira sobre este povo. E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem. — Jesus, em Lucas.
Abraão saiu de Ur dos Caldeus a fim de herdar uma terra.

Abraão nasceu perto ou mesmo na cidade de Ur no sul da Mesopotâmia. O pai de Abraão, Tera tinha 2 outros filhos, Nacor e Haran o pai de Ló (Gn 11:27). O relato de Gênesis não menciona Deus aparecer a Abraão antes da partida de Ur, mas At 7:2-4 claramente aplica a ordem de Gn 12:1-3 à altura em que a família ainda vivia em Ur.
A vida de Abraão pode ser subdividida em quatro períodos principais:
(1) Sua vida antes da sua jornada até Canaã, à idade de 75 anos.
(2) Desde o inicio da sua residência em Canaã até o nascimento do seu filho Isaque, um período de 25 anos.
(3) A sua vida desde o nascimento de Isaque até a morte de Sara e o casamento de Isaque com Rebeca, cerca de 40 anos.
(4) Os seus últimos dias, velhice e morte, cerca de 35 anos.
Apesar das fragilidades que são comuns aos homens, Abraão perseverou no seu propósito de uma vida de seguir onde quer que Deus o guiasse, quer fosse no longo caminho de Ur para Canaã ou para o Monte Moriá para oferecer o seu único filho, o filho da promessa, em sacrifício. Através das provas da sua vida, a sua fé foi aperfeiçoada, tanto assim que ele se tornou "o amigo de Deus" (Tg 2:23).
A alta estima que os seus descendentes lhe tinham eventualmente degenerou quase ao ponto em que eles o adoravam acima de Deus. Mas o brilho da sua fé e longa vida de devoção à vontade de Deus perdura através das gerações.
A vida de Abraão pode ser subdividida em quatro períodos principais:
(1) Sua vida antes da sua jornada até Canaã, à idade de 75 anos.
(2) Desde o inicio da sua residência em Canaã até o nascimento do seu filho Isaque, um período de 25 anos.
(3) A sua vida desde o nascimento de Isaque até a morte de Sara e o casamento de Isaque com Rebeca, cerca de 40 anos.
(4) Os seus últimos dias, velhice e morte, cerca de 35 anos.
Apesar das fragilidades que são comuns aos homens, Abraão perseverou no seu propósito de uma vida de seguir onde quer que Deus o guiasse, quer fosse no longo caminho de Ur para Canaã ou para o Monte Moriá para oferecer o seu único filho, o filho da promessa, em sacrifício. Através das provas da sua vida, a sua fé foi aperfeiçoada, tanto assim que ele se tornou "o amigo de Deus" (Tg 2:23).
A alta estima que os seus descendentes lhe tinham eventualmente degenerou quase ao ponto em que eles o adoravam acima de Deus. Mas o brilho da sua fé e longa vida de devoção à vontade de Deus perdura através das gerações.
Sobre Abrão
Leia mais em: Bíblia Comentada por Versículo - Personagens Bíblicos
19/03/2013
Amor e Perdão, a Cura para o Ressentimento
Na antiguidade, alguns médicos já relacionavam sentimentos com doenças. Cláudio Galeno (129 d.C.) afirmou: “Nos recônditos da alma estão a causa da grande maioria das enfermidades”.
William Shakespeare (1564-1616) disse: "Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra”.
Pessoas ressentidas adoecem com mais facilidade.
Charles Swindoll, diz “o ressentimento é como uma corrente que nos aprisiona a um fato ou a uma pessoa”. E o pior é que nós mesmos nos aprisionamos. Nós é que sofremos e perdemos a alegria dos relacionamentos e da vida. As pessoas podem até ser atingidas por nosso ressentimento, mas o maior afetado é aquele que se ressente.
O ressentimento pode ser curado pelo amor e pelo perdão. Onde o amor reina, não existe ressentimento, pois o amor não guarda ressentimento. Em 1 Coríntios 13:5, lemos claramente:“o amor não se ressente do mal.” O verbo ressentir (gr. logizomai), significa ‘contar, registrar, ou pesar duas vezes.”
A mesma palavra é usada em 2 Coríntios 5:19; “...a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação”. (Rm.4:8; 2 Tm.4:16).
Infelizmente, algumas pessoas contam dezenas, centenas ou milhares de vezes uma tristeza ou decepção e, em função disso, não conseguem se libertar desse sentimento.

Jesus disse que devemos amar o próximo e até os inimigos (Mateus 5.44; 22.39). Ele orou na cruz:“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. (Lucas 23.34), Essa foi a maior demonstração de como podemos curar os ressentimentos e reconstruir os relacionamentos abalados.
Certamente você já foi ofendido por alguém e tem dificuldades de perdoar. Perdoe, ame aquele que te decepcionou, ame aquele que te feriu!
Amando e perdoando conseguiremos nos livrar dos ressentimentos e seremos crentes saudáveis. Hebreus nos adverte: “...nem haja (em vós) alguma raiz de amargura (ressentimento) que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados”.
Hebreus 12:15. Antes, “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós”.
Perdoar, não é uma questão de sentimento, mas de obediência.
Autor: Pr. Márcio Rodrigues de Almeida
Por Lidiomar
Graça e Paz
08/03/2013
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