29/10/2012

2 TESSALONICENSES 3

                                        
                

1 - Finalmente, irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague e seja glorificada, como também está acontecendo entre vós;

2 - e para que sejamos livres dos homens perversos e maus; porque a fé não é de todos.

3 - Todavia, o Senhor é fiel; ele vos confirmará e guardará do Maligno.

4 - Nós também temos confiança em vós no Senhor, de que não só estais praticando as coisas que vos ordenamos, como também continuareis a fazê-las.

5 - Ora, o Senhor conduza o vosso coração ao amor de Deus e à constância de Cristo.

6 - Nós vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que ande desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebestes;

7 - pois vós mesmos estais cientes do modo por que vos convém imitar-nos, visto que nunca nos portamos desordenadamente entre vós,

8 - nem jamais comemos pão à custa de outrem; pelo contrário, em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de não sermos pesados a nenhum de vós;

9 - não porque não tivéssemos esse direito, mas por termos em vista oferecer-vos exemplo em nós mesmos, para nos imitardes.

10 - Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma.

11 - Pois, de fato, estamos informados de que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem na vida alheia.

12 - A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu próprio pão.

13 - E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.

14 - Caso alguém não preste obediência à nossa palavra dada por esta epístola, notai-o; nem vos associeis com ele, para que fique envergonhado.

15 - Todavia, não o considereis por inimigo, mas adverti-o como irmão.

16 - Ora, o Senhor da paz, ele mesmo, vos dê continuamente a paz em todas as circunstâncias. O Senhor seja com todos vós.

17 - A saudação é de próprio punho: Paulo. Este é o sinal em cada epístola; assim é que eu assino.

18 - A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós.

16/09/2012

♥FOFOCA ENTRE CRISTÃOS♥




Reflexão Cristã: A fofoca entre os Cristãos O ímpio dá atenção aos lábios maus; o mentiroso dá ouvidos à língua destruidora. Provérbios 17:4 No momento em que alguém venha com fofoca, pare e pergunte: Para que preciso saber disso? Você já falou com essa pessoa ? Acorda ! Não se pode confiar em nenhum fofoqueiro! A bíblia diz que se você escuta fofocas, se torna “ímpio” : “O ímpio dá atenção aos lábios maus …” Pv 17:4, e no livro de Judas ainda complementa “Estes são os que causam divisões entre vocês, os quais seguem a tendência da sua própria alma e não têm o Espírito. “Judas 1:19 O uso da internet tem agravado esse problema, porque agora pode-se divulgar a fofoca muito mais rápido para mais pessoas, permanecendo ainda no anônimato. Paulo nos adverte : “…Mas se vocês se mordem e se devoram uns aos outros, cuidado para não se destruírem mutuamente”. Gálatas 5:15, e ainda agrega que se deve disciplinar e evitar tais indivíduos. Segundo Salomão: Quem vive contando casos não guarda segredo; por isso, evite quem fala demais Provérbios 20:19. Em outras palavras , a forma mais rápida de cortar a fofoca é confrontando aqueles que a divulgam. A igreja não é um programa de televisão, onde as pessoas lavam roupas sujas diante de todo mundo, mas sim deve ser ao contrário: Sem lenha a fogueira se apaga; sem o caluniador morre a contenda .Provérbios 26:20 . Jesus nos ensinou a maneira correta de tratar com os fofoqueiros: 1) “Se teu irmão te fez algo mal, fale com ele a sós…” 2) “Se ele não te der atenção, chame uma ou duas pessoas para acompanhá-lo…” 3) “Se mesmo assim ele não der atenção a eles, diga a igreja ( igreja – liderança)” (Mateus 18:15-17).Esse é o modo de operar de Cristo, e deve ser o teu modo também ! “Se o seu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão. Mas se ele não o ouvir, leve consigo mais um ou dois outros, de modo que ‘qualquer acusação seja confirmada pelo depoimento de duas ou três testemunhas’. Se ele se recusar a ouvi-los, conte à igreja; e se ele se recusar a ouvir também a igreja, trate-o como pagão ou publicano. Mateus 18:15-17















05/09/2012

A necessária Presença de DEUS






“Então Moisés lhe disse: Senhor, se a Tua presença não vai comigo, não nos faça subir deste lugar. Pois como saberão que tenho achado graça aos Teus olhos, eu e o teu povo?” (Ex 33: 15,16a). Estar junto de Deus é a coisa mais maravilhosa que existe. Passar tempo em Sua presença, buscando-O em oração, adoração, bem como em mergulhos profundos em sua palavra é verdadeiramente o que faz da nossa vida, uma vida plenamente vitoriosa (I Ts 5:17, Sl 95:6, Sl 1).

Você com certeza já ouviu, leu ou mesmo talvez disse estas palavras. Não são revelações novas. Na verdade, são entendimentos semeados em nossa mente e consciência deste que viemos para Cristo. Mas tenho me perguntado nestes dias: Porque, é tão difícil praticar isso?



Temos vivido dias de despertamento, amados. Dias em que o nosso coração tem sido confrontado pelo Espírito Santo a realmente buscar com dedicação viver a vida de Jesus (Gl 2:20) e sermos instrumentos de cura e transformação das realidades e situações muitas vezes cruéis que nos cercam em nossas casas, cidades, nação e também outras nações (Is 61:1-3, Jr 1:10). Findou-se o tempo em que eram considerados chamados por Deus somente aqueles que falavam, cantavam e/ou oravam “bonito”. Na verdade, este nunca foi o critério de escolha de Deus, mas nós erroneamente vimos este critério ser usado na Igreja do Senhor durante todos estes anos para separar os “ungidos” dos “demais”, como se alguém por sua capacidade ou talento humano fosse mais santo ou melhor que o seu irmão (Rm 3:23). Quanto engano! Quanta cegueira!

Mas glórias a Deus, que neste tempo tem levantado profetas, filhos obedientes ao chamado de Deus, que tem aberto suas bocas com coragem e ousadia (Jr 1:4-9) para dizer a toda esta geração: “Filhos de Deus, acordem, a responsabilidade de preparar esta terra para a volta do Senhor é de todos nós!”

É isso mesmo, queridos. A exemplo de Moisés, nós somos chamados por Deus a levar Seu povo, hoje a Igreja, à Terra da Promessa. A responsabilidade de ganhar as almas pelas quais Jesus espera, de ir em busca dos filhos pródigos, de curar os enfermos, expulsar os demônios e invocar a presença da glória do Pai sobre esta terra é minha (Mc 16:15, Mt 28:19, Mt 10:8) . E sua também. Jesus está desafiando a nossa geração a se levantar das redes fresquinhas nas varandas de nossas casas e irmos atrás daqueles por quem o coração de Deus chora. Somos chamados a capturá-los e isso não com palavras vazias, cheias de persuasão humana, mas com o poder de Deus (I Co 2:5,13 e 4:20) para atraí-los e guiá-los a fonte da Água da vida (Ap 21:6)!

Cada um tem um papel especifico a realizar no Reino de Deus. Em toda essa imensidão que é a nossa nação, e tantas outras nações da terra, há algo para ser feito em favor do Seu estabelecimento que só pode ser feito por mim, por você (At 9:15). Há uma missão para cada um de nós. Ah, meus amados, há tanto para se fazer e tão pouco tempo! De onde nos virá a unção para realizarmos tão grande obra? A resposta conhecemos bem: A fonte é o Senhor (Sl 87:7, Sl 62:11)!

Ou seja, se quero cumprir o propósito para o qual eu nasci, se eu quero realizar os sonhos de Deus, se eu quero cumprir a minha missão no Reino, eu preciso buscar a presença do Senhor (Sl 105:4)! Precisamos buscar, perseguir a presença do Senhor, Igreja! Precisamos nos encher, até não caber mais e transbordar para todos os lados (Ef 5:18,20). A única coisa que nos torna especiais e diferentes dos outros bilhões de seres humanos que nos cercam é a presença de Deus em nossas vidas (Ex 33:15,16), fluindo abundantemente dela (Jo 7:38). A presença de Deus é nossa maior arma (I Sm 17:45)! Eu preciso da presença de Deus em mim. E você também precisa!

Todos os dias amanhecemos com os corações cheios de expectativas em Deus. O que Deus vai fazer hoje por mim, em mim, através de mim? Isso é maravilhoso! Porém, você já parou para refletir que todos os dias, Deus talvez te observe acordar e se levantar com o coração cheio de expectativas a teu respeito?

“O que meu filho amado vai fazer por mim hoje?”, “Para quem ele falará de mim neste dia?”, “A quem dará de comer?”, “A quem agasalhar?”, “A quem visitará?”, “Por quem irá orar, interceder?”, “Será que ele vai convidar seu vizinho para ir a minha casa?”, “Será que vai abraçar aquela pessoa que todos estão desprezando?”.

Ou, quem sabe, amados, algo mais forte: “Quanto tempo meu filhinho amado vai separar para conversar comigo hoje?”, “Será que ele já ouviu meu Espírito avisar que quero falar algo com ele naquele texto da minha palavra nesta tarde?”, “Quanta saudade meu filho sente de mim? Será que é do tamanho da saudade que estou sentindo dele?”



Sabe amados, eu creio de todo o meu coração, que como todo pai que ama, Deus tem expectativas a nosso respeito todos os dias. Uma missão para cada manhã, tarde e noite da nossa existência. E outras muitas “missões” que precisam de longas manhãs, tardes e noites para serem geradas e trazidas à luz. E mais do que entender isso, mais do que entender que não posso fugir da realidade de que eu tenho responsabilidades específicas e pessoais no Reino de Deus, eu preciso entender que só poderei arcar com cada uma delas e ser um fiel cumpridor das missões do Pai, se a minha vida estiver encharcada de Sua Santa presença (Sl 63).

O livre arbítrio é real. Podemos escolher dizer não ao chamado de Deus. Não aos Seus propósitos tão grandes. Não à tão sublime missão que Ele nos deu. Claro, jamais seríamos felizes fora do centro de Sua vontade, mas temos o direito de não querer viver nada disso. Contudo, se quisermos abraçar a visão do céu e bradar um forte e alto “SIM, EIS-ME AQUI!” Então a partir daí não temos mais escolha. Necessitamos de nos encher da presença de Jesus. Se não, seremos meros figurantes nesta obra. Meros reis e rainhas de atividades vazias e puramente religiosas. Enfim, fariseus (Mt 5:20).

Você não acha que já tem gente demais nestes papéis?

Decididamente eu quero algo diferente para a minha vida. Eu quero satisfazer as expectativas de Jesus a meu respeito. Você entender melhor sobre as expectativas de Jesus a nosso respeito? Leia o capítulo 17 de João. É a oração sacerdotal de Jesus. Ali, Jesus rasga seu coração diante do Pai, em intercessão por nós. Essa oração reflete o que está no coração de Deus para Seus filhos, Seus discípulos, Seus servos, Seus amigos. Eu quero realizar os sonhos de Jesus. Eu quero, de uma vez por todas, viver para Deus. Eu quero ser um soldado fiel do Exército do Senhor (I Sm 16:18).

E para isso, não tem choro nem vela, eu preciso começar a entrar no meu quarto, fechar a porta (Mt 6:6) e me ajoelhar, sem hora certa para me levantar. Está é a minha maior arma: Os meus joelhos!

Que o seu coração, como o meu, seja encorajado nestes dias, meu querido, a dizer “SIM!” ao chamado do Pai, o ABA, para a tua vida e a se dispor a pagar o preço que todo adorador tem que pagar para viver isso.

Puxa, é um preço tão maravilhoso. Nessa nossa vida agitada, realmente encontramos dificuldades para conseguir parar tudo e correr para os braços do Senhor, ficando ali a sós com Ele, desfrutando de Sua intimidade, sem pressa. Mas é só darmos o primeiro passo, amados (Sl 27:8); é só começar, tomar a iniciativa e passados os primeiros minutos, nem nos lembramos mais do sono, do cansaço, dos problemas, das responsabilidades humanas (Is 40: 28-31).

Enfim, é só o nosso Espírito Santo alcançar o nosso espírito e pronto, tudo que queremos e desejamos é a estar na presença do Senhor, para todo o sempre.

Temos muitas missões, Igreja viva do Senhor, a cumprir nestes dias. E a nossa maior ferramenta é a presença de Deus em nós!

É ela, e somente ela, que fará toda a diferença!



Deus te abençoe



Carinhosamente no Senhor





Thais Monteiro Brum

http://www.vidanovamusic.com/

thaisapaixonadaporjesus@yahoo.com.br

20/08/2009

Israel continua um milagre

ISRAEL CONTINUA UM MILAGRE







Quando as Nações Unidas realizaram a votação histórica que sancionou o ressurgimento do Estado de Israel, em 29 de novembro de 1947, milhões de judeus e cristãos sinceros o viram como um genuíno milagre divino. Uma nação que parecia extinta há séculos voltava a existir. Era um novo começo que surpreendia o mundo.
O povo judeu é o Povo do Livro, Israel é sua Terra Prometida e Jerusalém é a Cidade do Rei. E, um dia, disseram os profetas, haveria uma grande reunião dos exilados judeus espalhados por todo o mundo. Israel retornaria à sua terra – e assim aconteceu. Na foto: Festa dos Tabernáculos diante do Muro das Lamentações.
Na verdade, porém, não se tratava de nenhum recomeço, mas da realização de um sonho que os judeus do mundo inteiro acalentavam desde sua dispersão, após a destruição de Jerusalém pelos romanos, no ano 70 de nossa era. A cada novo ano, quando os judeus realizavam a ceia da páscoa nas mesas espalhadas pelas nações gentias, as vozes se elevavam para entoar as palavras sagradas: No próximo ano em Jerusalém! O sonho não era uma fantasia vã, mas uma esperança firmemente arraigada nas Escrituras.
O povo judeu é o Povo do Livro, Israel é sua Terra Prometida e Jerusalém é a Cidade do Rei. E, um dia, disseram os profetas, haveria uma grande reunião dos exilados judeus espalhados por todo o mundo. Israel retornaria à sua terra – e assim aconteceu.
Os pára-quedistas judeus, ao avistarem, com os olhos cheios de lágrimas, o Muro Ocidental (das Lamentações), na Cidade Velha de Jerusalém, em 7 de junho de 1967, entenderam o significado profundo dessa volta ao lar. O general israelense Moshe Dayan expressou em palavras aquela profunda emoção. Em pé diante do muro, ele disse: “Voltamos para o nosso lugar mais sagrado, para nunca mais partir... Estendemos as mãos para nossos irmãos árabes, no desejo sincero de viver em paz, porém voltamos para Jerusalém e nunca mais sairemos dela.”
Quando o rabino Shlomo Goren, capelão-chefe do exército, tocou a trombeta de chifre de carneiro que tinha trazido consigo até o muro, aquele gesto teve dois significados monumentais: (1) Jerusalém voltara a ser unificada. Depois de quase 2000 anos, ela estava novamente com seu povo. (2) A trombeta, como nos tempos antigos, conclamava os judeus de todo o mundo a voltarem para casa.
Todos esses acontecimentos foram verdadeiros milagres.
A estrada longa e deserta
Dizer apenas que os judeus “sonhavam” com seu retorno não reflete nem de longe a intensidade desse anseio. Há milênios, os filhos e filhas de Abraão têm sido um povo marcado para o extermínio. Eles sofreram nas mãos dos cruzados, inquisidores, perseguidores e defensores das expulsões dos países em que viviam. Eles foram forçados a usar símbolos degradantes que os identificavam como judeus, e passaram pela aflição de serem metidos em guetos abarrotados, onde até mesmo os direitos mais simples lhes eram negados.
Quando o rabino Shlomo Goren, capelão-chefe do exército, tocou a trombeta de chifre de carneiro que tinha trazido consigo até o muro, aquele gesto teve dois significados monumentais: (1) Jerusalém voltara a ser unificada. Depois de quase 2000 anos, ela estava novamente com seu povo. (2) A trombeta, como nos tempos antigos, conclamava os judeus de todo o mundo a voltarem para casa.
Vivendo em ambientes gentios tão hostis, a assimilação teria sido a escolha mais razoável. Mesmo sem um país, uma capital, um templo ou qualquer perspectiva concreta de um futuro nacional, eles resistiram. O sonho continuou vivo – um sonho baseado na esperança de dias melhores para esse povo sitiado.
Então, no século XIX, o impossível começou a acontecer. Embora houvesse judeus em Jerusalém desde a Dispersão, algo quase imperceptível passou a ocorrer. Pequenos grupos de pioneiros judeus começaram a se dirigir para o Oriente Médio. Filantropos, como o barão Edmond James de Rothschild, começaram a comprar terras pantanosas infestadas de malária, que os turcos otomanos consideravam sem valor algum.
Após o infame julgamento do caso Dreyfus em Paris, em 1894 (Alfred Dreyfus, um oficial do exército francês, de origem judaica, foi falsamente acusado, condenado e enviado para a Ilha do Diabo), o movimento começou a tomar forma e corpo. Theodor Herzl, um jornalista judeu assimilado, percebeu os maus presságios para os judeus da Europa. O tapete de boas-vindas estava sendo retirado e tempos difíceis se aproximavam.
Assim, Herzl patrocinou o Primeiro Congresso Sionista, em Basiléia, na Suíça, em 1897. A respeito desse primeiro encontro, Herzl declarou: “Em Basiléia eu fundei o Estado judeu”. O sionismo político declarou seu propósito de estabelecer um Estado judeu na Palestina, inteiramente sancionado pelas leis internacionais.
Embora alguns compartilhassem a paixão de Herzl em voltar para o Oriente Médio, a maioria, como os judeus da antiga Babilônia, preferiu ficar onde estava, declarando-se muito feliz com seu estilo de vida e seu status de judeus europeus. Então veio Adolf Hitler com suas hordas de camisas marrons marchando a passo de ganso. Seis milhões de judeus pagaram o mais alto preço por seu pueril erro de cálculo. Entre as vítimas estava a filha de Herzl, Trude Margarethe, que morreu em 1943 no campo de concentração nazista de Theresienstadt.
Enquanto os judeus europeus do pós-guerra juntavam o que restara de suas vidas estraçalhadas para enfrentar o futuro sem seus entes queridos e amigos, eles começaram a olhar para sua terra ancestral – Israel.
Às 4,30 horas da tarde de 14 de maio de 1948, David Ben-Gurion – que viria a ser o primeiro premiê de Israel – levantou-se no saguão do Museu de Tel-Aviv e declarou: “O Estado de Israel acaba de nascer”. O tão sonhado milagre tornara-se uma realidade nacional.
Às 4,30 horas da tarde de 14 de maio de 1948, David Ben-Gurion – que viria a ser o primeiro premiê de Israel – levantou-se no saguão do Museu de Tel-Aviv e declarou: “O Estado de Israel acaba de nascer”.
Uma questão de sobrevivência
Mais de meio século se passou desde aqueles dias esfuziantes, cheios de sonhos, esperanças e lutas para a construção da nação. Imigrantes judeus vindos de mais de uma centena de países encheram aquela terra com mais gente do que na época de Jesus.
Mas, ao longo desses sessenta e tantos anos, um mundo completamente diferente passou a se desenvolver em torno do pequeno Israel. Os grandes impérios coloniais que constituíram os mandatos para a criação da pátria judaica já não existem mais. A independência das nações árabes fez surgir regimes tirânicos, governados por homens que, assim como Hitler, têm uma obsessão insana de ver o Estado judeu e seu povo completamente eliminados da face da terra. Até mesmo no “civilizado” Ocidente, essas pessoas estão alimentando uma apavorante exibição internacional de ódio, caos e radicalismo.
Quem são esses indivíduos beligerantes? O que os motiva e por que agem de forma tão brutal em sua determinação de atingir pessoas inocentes? A falta de respostas tem deixado muita gente frustrada, desinformada e extremamente confusa.
Por essa razão, tentamos esclarecer as questões relacionadas ao Oriente Médio. Em nossas publicações, buscamos responder algumas dessas perguntas desconcertantes. Esperamos que os leitores tenham uma nova percepção do milagre extraordinário representado pela existência de Israel – milagre que muitos parecem ter esquecido.
Existe realmente um plano por trás de tudo o que aconteceu, está acontecendo e irá acontecer no futuro. Deus, que é soberano, está nos conduzindo a uma inevitável consumação.
Enquanto esquadrinhava os eventos que assolam o mundo de hoje, um amigo meu comentou: “Gostaria que tudo isso já tivesse acabado. Quem dera o Senhor voltasse hoje!” Bem, somos compelidos a acreditar que tudo isso chegará ao fim, talvez muito mais cedo do que imaginamos. O certo é que o último capítulo já foi escrito e nós, juntamente com o remanescente de Israel, estamos do lado vencedor. É o que está escrito na Bíblia. (Elwood McQuaid -
Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br/)Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, julho de 2003

Mulher Virtuosa





Mulher virtuosa



Marsy Pacheco“Certa mulher, que há doze anos padecia de um fluxo de sangue, chegou por detrás dele e tocou a orla do seu manto. Ela dizia consigo: "Se eu tão somente tocar o seu manto, ficarei sã". Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem bom ânimo filha, a tua fé te salvou". E desde aquele momento a mulher ficou sã".


Vivemos tempos de aflições, mas aquela que perseverar até o fim receberá a vitória.

Quando nos deparamos com algum problema, ou nos sentimos abandonadas, perdidas, sem saída,... não podemos desistir, achar que não existe solução, ou pararmos no primeiro obstáculo.

Jesus é a solução, Jesus é a saída, Jesus derruba os obstáculos.

A mulher do fluxo de sangue encontrou Jesus e você também pode encontrá-lo. Basta querer.

Ela era, na época, muito discriminada, estava fraca devido sofrer daquele mal há 12 anos. Mas mesmo assim superou toda discriminação, toda fraqueza física e conseguiu seu objetivo que era tocar Jesus. Fechou os olhos carnais e abriu os olhos espirituais. Deve ter pensado: “Ele vai me curar! Vou receber o milagre!”

Fico imaginando a cena daquela mulher se esbarrando nas pessoas, sendo empurrada, até derrubada, porque diz a Bíblia que ela, quando conseguiu chegar até Jesus, tocou a orla de suas vestes, isto é a barra.

Nesse momento, penso que ela deveria já estar se arrastando, mas não desistiu, foi até o fim. Não se importou com nada e com ninguém. Correu para o alvo sem titubear.

Tocou Jesus e foi curada. Talvez se tivesse dito: “Está muito difícil, fica para outra vez que Ele passar por aqui.”, não teria nunca mais conseguido a cura. O momento era aquele. Ela, a multidão, o problema de saúde,...e Jesus passando. Aproveitou a oportunidade, não deixou para outro dia.

Existe um versículo no Salmo 91 que diz que “debaixo das asas de Deus encontramos total proteção”. O que seria isso?

Em outras passagens, e também os homens narram e explicam, que a galinha quando vê que o gavião está vindo em direção aos seus filhinhos, para devorá-Los, ela bate as asas e os chama para que venham para debaixo de suas asas. Quando eles chegam correndo, ela fecha suas asas e nada acontecesse com eles.
Podemos observar que ela não correu atrás deles, são eles que vieram até ela.

Jesus nos chama para perto d’Ele.

Devemos ser sábias e seguirmos o exemplo dos pintinhos que se protegeram sob as asas da mãe protetora.

Correr até Jesus,...só assim estaremos seguros e protegidos. Ele está sempre de braços abertos para receber quem quer que seja ou como esteja.


Voltando para a história da mulher do fluxo de sangue, observamos que ela não pediu para alguém chamar Jesus para ir até sua casa, ela foi até ele, e com isso foi totalmente curada.


Você quer cura? Você precisa de um milagre? Você quer ser abençoada? Procure Jesus. Onde? Na igreja, no seu quarto a sós,...orando, lendo a Bíblia.

Muitas são as maneiras de nos encontrarmos com Jesus e recebermos o seu toque ou tocá-lo.


Quantas vezes, nós desistimos de ir a igreja por desânimo, não lemos a Bíblia por preguiça.

Sempre tem que ter alguém para ficar insistindo para que freqüentemos os trabalhos da nossa igreja, não oramos sem cessar, não louvamos.

Qualquer motivo, pequeno ou grande, nos tira o ânimo. Às vezes, são apenas desculpas esfarrapadas que arranjamos.

Chega! Vamos virar a página, mudar de atitude, ter bom ânimo, sermos corajosas, guerreiras, ...

Sejamos como a mulher do fluxo de sangue, que poderia, sem qualquer dúvida,ser chamada de MULHER VIRTUOSA.

Deus te abençoe hoje e sempre!
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